Eu reúno os principais lançamentos Minha Casa Minha Vida de Porto Alegre, faço um diagnóstico individual e monto o seu Mapa: qual deles cabe no seu bolso, quanto sai por mês durante a obra e quanto depois da chave.
Todo mês sai da sua conta um valor que não volta e não vira nada. E no ano seguinte ele volta maior.
Comprar também exige esforço no começo, não vou dizer o contrário. Existe um período em que sai mais do bolso do que você gostaria.
A diferença é que um dos dois tem data pra acabar. No fim dele o apartamento é seu. No outro, vem outro contrato.
Aluguel corrigido por IGP-M 5,0% a.a. (média 2015–2024 sem anos de pico, FGV). Prestação corrigida por TR 0,2% a.a.
Todos com as mesmas informações, no mesmo formato. Clique em qualquer um para ver as condições, para quem serve, e para quem não serve.







Não sabe por onde começar?
Corretor tradicional começa te mostrando apartamento. Eu começo por você: entendo sua realidade, cruzo as possibilidades e monto o seu Mapa de Compra: qual caminho existe, o que cada um custa e qual faz sentido para a sua vida.
Toda jornada começa com três decisões. As respostas definem o caminho — o destino é sempre o mesmo.
Sair do aluguel e construir estabilidade para a família
Gerar renda de aluguel ou valorização com o imóvel
Dinheiro reservado ou nome limpo e renda comprovável — formal, informal ou ambos
Tem impedimento de crédito
Tem entrada disponível e quer mudar nos próximos 60–90 dias
Quer algo mais planejado, sem entrada ou entrada parcelada durante a obra
💡 Sobre a entrada: FGTS, poupança ou cotas de obra — definimos juntos a composição certa para o seu caso.
Renda, composição familiar, FGTS e crédito. Primeiro entendo o que realmente cabe na sua vida, não o que você espera que caiba.
Cruzo seus números com as opções disponíveis e mostro quais caminhos existem, incluindo os que você não sabia que tinha.
Com as possibilidades na mesa, definimos o caminho mais adequado. Quanto custa por mês, quanto precisa de entrada, qual imóvel faz sentido.
Comprar certo não é só sair do aluguel. É criar um ativo que valoriza enquanto você mora. Comprar errado, no lugar errado, na hora errada, do jeito errado, é transformar esforço em prejuízo.
"Quem compra terra não erra" é o conselho mais perigoso que existe no mercado imobiliário.
Comprar no lugar errado, na hora errada e do jeito errado: o imóvel que era pra ser ganho vira dívida. Por isso subsídio, faixa e condições mudam e não existe tabela pronta que serve para todo mundo. Seu Mapa é construído com os seus números, para a sua realidade de hoje.
Muita gente já usou o fundo em outra coisa e acha que não serve mais. Mas ele tem mais usos do que parece, e alguns valem depois da compra, não só na entrada. Escolha o que você quer entender:
Precisam valer todas ao mesmo tempo:
É o uso mais conhecido: o saldo abate o valor que você precisaria desembolsar no início, a fase de maior esforço.
Depois que o financiamento está andando, você pode usar o FGTS para abater a dívida principal. E aqui vem uma escolha que muita gente não sabe que tem:
Modalidade menos conhecida e que funciona como rede de segurança: o FGTS pode cobrir até 80% do valor da parcela por 12 meses seguidos.
Dá para combinar as estratégias ao longo dos anos: entrada, depois amortização, e a redução de parcela se a vida apertar. Só respeitando a carência de cada uma.
Chama-se interstício: um imóvel não pode ser comprado com FGTS se o atual dono o adquiriu usando FGTS há menos de 3 anos.
Essa regra vale para imóveis usados. Em lançamento você compra da construtora, então ela não se aplica.
São as cinco frases que eu mais ouço. Quatro delas quase sempre têm solução.
É a trava mais comum e a que menos costuma se confirmar. A entrada é parcelada durante a obra, o FGTS pode entrar, e em alguns empreendimentos a avaliação permite financiar quase tudo. Muita gente que acha que precisa de R$ 50 mil precisa de bem menos.
Restrição trava, mas quase sempre dá pra resolver, e leva tempo. Por isso é o primeiro passo, não o último. Quem deixa pra limpar o nome depois de achar o apartamento, perde o apartamento.
Renda informal entra. Muda só a forma de comprovar: declaração de Imposto de Renda, pró-labore com fluxo bancário, ou movimentação em extrato. Motorista de app, prestador de serviço e MEI compram todo mês pelo programa.
O Minha Casa Minha Vida vai até R$ 13.000 de renda familiar, com juros bem abaixo do mercado. Não é programa social, é financiamento subsidiado, e para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 13 mil costuma ser a melhor taxa disponível.
Vale entender o motivo. Muita vez a análise foi feita com uma renda só, sem compor com companheiro ou familiar, ou sem considerar o FGTS. A mesma pessoa, com a operação montada de outro jeito, passa.
Não é só alguém pra te mostrar apartamento. É alguém do seu lado pra montar o plano, fazer a conta de verdade e te dizer quando não é a hora.
Renda, FGTS, quem entra na compra. São 3 minutos de perguntas, respondidas por você, sem falar com ninguém.
Cruzo os seus números com os lançamentos e monto a operação do jeito que sai mais barato pra você.
Eu te chamo, explico o que encontrei e a gente decide junto. Inclusive se a decisão for esperar.
Sim, existe um período de esforço maior, não vou dizer o contrário. Durante a obra você paga a entrada parcelada mais o custo mensal do financiamento, que é menor que a parcela final. A parcela cheia começa quando você recebe as chaves, ou seja, quando o aluguel acaba. É um aperto com data pra terminar. Quanto fica exatamente no seu caso é a primeira coisa que a gente calcula no Mapa.
Depende. O programa muda, as condições mudam, e o que estava valendo mês passado pode não estar valendo hoje. Toda condição desta página está atualizada em julho/2026, e no Mapa eu confirmo o que está valendo pro seu perfil, no dia.
Na maioria dos casos, não do jeito que as pessoas imaginam. A entrada é parcelada durante a obra, e FGTS e subsídio podem entrar na conta. O que muda de um empreendimento pro outro é o tamanho dessa entrada e em quantas vezes ela cabe.
Nada. Eu sou remunerado pela construtora quando uma compra acontece, e só acontece se fizer sentido pra você. É por isso que eu consigo dizer quando não faz.
Então você economizou meses de aperto e uma decisão errada. Tem gente que deve mesmo continuar alugando por mais um ano, e eu vou te dizer isso se for o caso. Sair do aluguel com dívida e sem apartamento é pior que continuar no aluguel.
Assinando mais um contrato de aluguel, com os mesmos apartamentos custando mais caro. Ou recebendo as chaves de um que você escolheu sabendo exatamente o que estava fazendo.
A diferença entre os dois não é sorte. É ter tido um plano.
CRECI 30045F
22 anos de mercado. Uma visão que vai além da venda.
Sou corretor há 22 anos e meu objetivo é ajudar as pessoas a comprarem imóveis com estratégia e segurança.
Todos esses anos na corretagem somados à formação em Administração de Empresas e passagem pela construção civil trouxeram uma visão muito útil e estratégica para ajudar os clientes.
Não represento nenhuma construtora. Trabalho com os principais lançamentos do MCMV em Porto Alegre e imóveis usados com potencial de financiamento — assim consigo indicar o melhor caminho para cada perfil, sem conflito de interesse.
Qual é o seu principal objetivo?
Qual é sua situação de moradia hoje?
Renda familiar bruta mensal (R$)
Some todas as rendas de quem vai entrar na compra, bruto, antes dos descontos.
Você tem FGTS disponível?
O FGTS pode reduzir ou eliminar a entrada necessária. Se não souber o saldo, consulte o app do FGTS.
Vai comprar sozinho ou com alguém?
Seu nome está limpo (sem restrição no SPC/Serasa)?
Vou analisar suas respostas e montar o caminho possível para a sua realidade. Sem ligação automática. Quando eu entrar em contato, já vou saber do seu caso.
Seus dados ficam comigo. Não compartilho com terceiros.